Os caminhos para digitalização dos meios de pagamentos nas PMEs

Os pequenos negócios são pequenos apenas em sua nomenclatura. Juntos, eles são verdadeiros pilares da economia brasileira. De acordo com dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), eles correspondem a cerca de 99% de todas as empresas que existem no país e são responsáveis por quase 30% do nosso PIB; números impressionantes e surpreendentes para muitas pessoas.

Essas organizações de micro, pequeno e médio porte, bem como a sociedade em geral, estão inseridas na era da tecnologia, um universo convidativo de inúmeras oportunidades de negócios em diversos nichos. Como consequência, os meios de pagamento se transformaram e atualmente são digitais. A própria Visa já está participando ativamente dessa transição, desenvolvendo iniciativas para dinamizar esse movimento.

Ao passo que abraçar esse processo de digitalização é mais simples para as grandes empresas e conglomerados, isso não significa que as PMEs estejam ficando para trás. Pelo contrário, muitas delas já se deram conta e estão adequando seus produtos e serviços às soluções mais recentes à tecnologias de pagamento digitais.

PMEs abraçam a digitalização dos meios de pagamentos

Ao longo dos últimos anos, as pequenas e médias empresas tiveram de se reinventar e perceberam que as inovações tecnológicas em pagamentos trouxeram oportunidades para atingir novos públicos, alcançar um estágio de crescimento sustentável e automatizar processos visando maior eficiência operacional. Essa mudança de mentalidade foi uma virada de chave e, assim como a tecnologia como um todo em nossas vidas, veio para ficar.

Para que as PMEs caminhem cada vez mais para a digitalização dos seus meios de pagamentos, existem ferramentas que são verdadeiras aliadas dos empreendedores. Algumas são mais simples e fáceis de serem implementadas, como pagamentos por QR codes, carteiras digitais, contas digitais PJ, pagamentos por aproximação, vendas em mídias sociais e Tap to Phone (quando o celular se transforma em uma maquininha de cartão).

Inclusive, muitas dessas ferramentas são fundamentais para os e-commerces, que movimentam uma parte significativa da economia brasileira e são a principal forma de funcionamento de pequenos e médios negóciosno país. Até os grandes e-commerces, por meio dos seus marketplaces, estão envolvidos nessa cadeia e contribuem para a prosperidade de empresas menores.

Outra ferramenta vem se destacando e ganhando adeptos entre as PMEs: a Inteligência Artificial. Em seu estudo global “Back to Business” de 2023, a Visa constatou que 91% das pequenas e médias empresas estão inclinadas a considerar os serviços de IA e automação para se destacar em meio à concorrência. A IA pode ser grande aliada ao guiar o processo de tomada de decisão através de dados, além de ajudar na personalização da experiência do cliente, aprimorar a eficiência operacional e reduzir erros e custos. Consequentemente, a ferramenta faz a diferença na competitividade e inovação nos negócios.

Em suma, estamos no caminho, mas ainda precisamos percorrer uma longa estrada até democratizar o acesso à inovação para os empreendedores das PMEs brasileiras. Isso contribuirá para que todos entendam por completo a importância dos meios de pagamentos digitais e implementem as soluções mais adequadas para seus negócios serem mais eficientes e certeiros em suas decisões e processos.

Sociedade civil, setor privado e governo, ao apoiar o empreendedorismo, criam um ambiente favorável às organizações, no qual a agilidade, a capacidade de adaptação, a busca por parcerias estratégicas, a internacionalização e a diversificação de produtos e serviços desempenham um papel vital na construção de uma economia robusta e dinâmica para todos.

 

Sobre o autor
Com mais de 25 anos de experiência nos mercados brasileiro e norte-americano, Fernando Pantaleão é vice-presidente de vendas e soluções para estabelecimentos comerciais da Visa do Brasil, onde lidera a estratégia de desenvolvimento de negócios, vendas e soluções que ajudam os comerciantes, compradores, facilitadores de pagamento, mercados e carteiras digitais a aumentar a receita, reduzir despesas com fraudes e permitir maior fidelidade dos clientes. Fernando fala português, inglês, francês e espanhol, é formado em Engenharia de Produção pela UFRJ, com extensões de programas executivos em Harvard, Wharton e Kellogg, onde cursou o AEP (Advanced Executive Program).


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